Resenha: É apenas o fim do mundo – Filme

A resenha de hoje é sobre o filme “É apenas o fim do mundo” do roteirista e diretor Xavier Dolan. Pra começar, é um filme francês. Porque eu amo filmes franceses eu não sei, mas amo o som, a loucura e a delicadeza deles. E o tema, morte e/ou relações familiares, sempre me atraiu.

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Sinopse

Longe de casa há doze anos, o escritor Louis (Gaspard Ulliel) vai ao encontro da mãe, da irmã, do irmão e da cunhada para informá-los que irá morrer em breve. No entanto, o roteiro da curta reunião, idealizado por Louis, sai de seu controle assim que as mágoas, as memórias, as brigas e as lágrimas do passado ressurgem de maneira implacável.


Resenha

Logo no início vemos imagens bem vivas, bem filmadas e interessantes. E quando ele chega em casa, começam os conflitos da família de Louis, que existem em todas as famílias do mundo, por mais que a gente ache que é só na nossa.

É um filme mais cult e com o objetivo de fazer a gente pensar muito sobre a nossa vida. O Louis, ator principal, vai morrer em breve e só foi encontrar a família, depois de 12 anos separados, para dar a triste notícia, mas é impressionante como as pessoas não conseguem perceber nada nele. Não vêem que ele está triste, sofrendo, passando mal.. É um egoísmo tão grande só penando na ausência dele todos esses anos, que choca.

Aí eu pergunto: será que nós somos assim tão egoístas mesmo? Será que a gente fica tão focado na gente mesmo que não percebe os sentimentos do outro? Fica a reflexão..