Resenha do filme: “Custódia”

 

Para me ajudar a acompanhar a maratona do Festival Varilux de Cinema Francês pedi ajuda à amiga Mariângela Marques pra deixar todo mundo inteirado do que está rolando nos cinemas brasileiros até o dia 20/6 ? faremos o possível para ter acesso à maior quantidade de títulos possíveis até lá, esperamos que gostem!

 


“Custódia”

SINOPSE

Jusqu´à la garde

De Xavier Legrand

Com Denis Ménochet, Léa Drucker, Mathilde Auneveux

2019 – Drama/Suspense – 1h33

Distribuição no Brasil: Supo Mungam Films

Sinopse: O casal Besson se divorcia. Para proteger o filho de um pai que ela acusa de violências, Miriam exige a guarda exclusiva. A juíza encarregada do caso decide pela guarda compartilhada, pois considera o pai desrespeitado. Refém entre seus pais, Julien vai fazer de tudo para impedir que o pior aconteça.

 

 


Resenha

por Mariângela Marques    

Indescritível dor. Saí do cinema com uma dor profunda, nem o pranto eu consegui desenhar nos meus olhos encharcados.

Julien tinha um amor para proteger da dor, do medo, do cansaço, do desprezo. Ele precisava mentir para viver por ele e pela mulher que amava. Em tão tenra idade, ele não protagonizou o filme, mas Miriam sim.

Filho e mãe tentam manter o esconderijo em segredo: a casa. Depois da separação, ela não queria que o ex-marido soubesse onde vivia, não queria que o filho vivesse sob custódia compartilhada, não queria relembrar a violência doméstica, mas a juíza entendeu que guarda compartilhada não traria riscos à vida de Miriam.

Este filme foi baseado em milhares de histórias reais que tem dois fins, a vida e a morte. Sim, agora posso escorrer lágrimas de pranto.

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Léa Drucker (mãe), Mathilde Auneveux (a juíza, de costas) e Denis Ménochet (pai)